segunda-feira, 18 de junho de 2012

A História de nós dois

Parte I 

Certo dia, depois de uma dia inteiro de reggaes (daqueles que a gente volta travadinha da balada) eu sai respondendo todas as graçinhas no bate-papo do face. Quer dizer, eu sempre fazia isso quando tava mais pra lá do que pra cá da realidade (trabalho com a sinceridade). Apois, tudo começou nesse dia. Fala com um, ri pra outro, ressucita os ex’s... Nesse blá blá blá, apareceu alguém que me chamou atenção. “Opa, quem é essa pessoa que não me chamou de delicinha, e nem elogiou minhas curvas, e nem procurou uma graçinha?”, foi o meu primeiro questionamento. Congelaaaa!!!!

Aí veio primeiro um boa noite, depois veio o tal de vc é linda e assim uma hora de conversa. E quanto mais eu conversava mais ele proferia palavra amavéis. Pensei: “Ninhooo, onde é que tú tava que eu nunca te vi por aqui?” E assim, comecei meu processo CSI (é investigação mesmo). Comecei a fuçar o face do novinho e com aquela pulga atrás da orelha que teimava eu não sair de lá por mais que eu quisesse. “Rum, bonito, educado... Isso deve ser bem casado ou enrolado com alguma barraqueira”. E logo veio mais um surpresa, o moço era solteiro. E o que me restou depois de tanta conversa? Fui dormir com isso na cabeça e prometi pra mim mesma que no outro dia cedo eu iria excluir essa tentação. “Esse menino não é Deus”, resmungava equanto dormia.

Acordei cedo, nem escovei os dentes e já tava eu ali, com o netbook nas mãos, querendo saber mais do novinho. Lembro que deixei a janela do inbox dele aberta e fiquei esperando só o momento da bolinha verde da esperança acender. Depois de horas, olha o verde. Pensei em esperar ele falar comigo primeiro, mas quem disse que aguentei? Tava ansiosa pra saber mais e mais ao seu respeito e depois de horas e horas de conversa, descobri que o moço, além de ser aquilo tudo que eu pedi a Deus, era praticamente meu vizinho. E o que me martelava, era que tinhamos tantos amigos em comum e não nos conheciamos. E uma serie de perguntas eu fazia a Deus esperando a resposta que ele mesmo me respondia. Era bom demais pra ser verdade.


Continua...


Por Paula Kaline

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