quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Quem é você? Mulher!

Alguns homens não admitem, mas sabemos que esse nosso grito de independência acabou assustando eles. E muito. Mulheres independentes em todos os aspectos, tanto no lado financeiro quanto sentimentalmente falando os deixam apreensivos. É como se eles estivessem andando em um terreno minado, nunca sabem quando podem ter uma surpresa desagradável.
Fico 'puta da vida' quando converso com algumas amigas que, enquanto lamentam o fim de um, rolo/ namoro/ noivado/ casamento usam as frases: "Sem ele eu não sei viver", "minha vida acabou", "vou me matar". (Isso é uma piada! Até por que quem quer se matar simplesmente o faz, não manda aviso).

Vamos nos valorizar mais colegas! Precisamos de um homem que nos ame, que seja bonito, gostoso para viver bem, né? Claro que Simmmm! Mas precisamos antes de tudo, nos amar, nos achar bonita, gostosa a tal ponto de nos olharmos no espelho e dizer: "Hoje eu tô foda, quer dizer, eu sou sempre PHODA!".

Como podemos esperar que alguém nos valorize, se nós mesmas não reconhecemos o nosso valor? Ao agir dessa forma, tornamo-nos frágeis e inúteis. Ninguém gosta de estar perto de pessoas fracas, que resumem toda a sua existência a uma terceira pessoa, que coloca sua felicidade nas mãos dos outros... E só lembrando, acordem. Homem odeia mi mi mi, reme-reme.

Quando estamos bem com a gente, o resto vai de vento em popa! Quando estamos bem sentimentalmente deixamos de ser apenas uma "menina chorona' e passamos a ser A MULHER INDEPENDENTE. E mesmo assustados, eles nos olham com admiração, acreditem!

Então Gata, não seja uma "pobre coitada". Se seu relacionamento acabou, vá no ritmo daquela música “Levanta, sacode a poeira e dá a volta por cima”. E no mais, é sempre lembrar que homens não podem ser idolatrados! Eles também choram por amor (só que escondido), morrem de medo de broxar (e a gente sair contando para colegas), sofrem por causa da rejeição, e são tão inseguros quanto diante disso tudo, só que com uma diferença: eles não se lamentam tanto!

Por Paula Kaline

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