terça-feira, 4 de outubro de 2011

“Traição é Traição, Romance é Romance Amor é Amor e um Lance é um Lance”

Não sei  quem foi que ‘poeta’ que tirou 30 segundos do seu precioso tempo e escreveu essa música.( risos)
Aproveitando essa poesia em forma de canção.... Afinal, por que os homens traem?


Desde que eu me entendo por gente que a traição é um assunto polêmico e muito doloroso. A história da humanidade está cheia de reviravoltas e traições de todos os tipos. O homem (sexo masculino), é um campeão no quesito traição. Muitos desses moçinhos, enfeitados com suas roupas de grifes (ou não), seus carrões (suas bicicletas), suas casas (sem teto) e seus relógios de procedências sofisticadas ( feiraguai), se acham no direito de não “perder” tempo com uma mulher só, e pra facilitar o serviço começam o vicio de querer colecionar várias.
Buscando entender o universo desse caçador ( o homem) , que anda nas ruas perscrutando cada calçada em busca dos sinais do sexo... Pernas, bundas, peitos... foi que eu enumerei alguns motivos (ou mentiras) que eles contam após a traição ser (descaradamente) descoberta.



  1. Eu sei separar sexo de amor
  2. Só foi para me sentir vivo
  3. Trair por auto-afirmação
  4. Trair por vingança
  5. Não procurei. Rolou

Para tentar ter um relacionamento duradouro sem precisar passar por essa dor que é a traição,  faça o seguinte:
Primeiro encontre um homem seguro, dê espaço para ele.
Não o sufoque. Ele precisa de um tempo (pra cerveja e os amigos). 
Cuide da sua aparência, malhe, seja independentee ( eles adoram).
Nada de sufocar o cara, de ‘conversar sobre a relação’ toda hora, de ficar mexendo no celular dele, cercando o tempo todo. Crie cercas invisíveis e não precisa ele notar que está sendo observado.
Ame, faça sexo com vontade, com amor... esqueça o "não pode".Se voce tá com homem de sua vida, voce pode tudo garota! (Se voce não faz em casa é motivo pra ele procurar na rua).
Anotaram as minhas dicas?! E se nada disso der certo, não se esqueçam; Existe vida após traição!!! ( Eu tô viva gente)

 Por Paula Kaline

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