segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Relacionamentos: como entendê-los?




Relacionamentos. Ô troço difícil de falar. E mais ainda de entender. A gente ouve várias histórias de amigas que consideramos legais e que sofrem nas mãos de uns caras que é difícil compreender. “Pouxa, como aquele criatura linda, inteligente, divertida e especial pode se apaixonar por alguém como ele?” Esse tem sido um dos meus maiores questionamentos nos últimos meses.

De vez em quando também fazemos às vezes de burras. É óbvio que eu também já tive meu dedo podre. Certa vez uma amiga me disse a seguinte frase daquelas que nunca se esquece de tão engraçada que é. “Fulano tem dez dedos sendo que deles nove são podre e um que ele acerta uma vez por ano. A dele desse ano já foi, ele que espere o próximo”.

Às vezes fico observando as minhas amigas e seus relacionamentos. Diante mão afirmo, sem humildade e modéstia alguma, que para serem minhas amigas realmente trata-se de seres humanos mais do que especiais. Falo especificamente de uma. Ela é daquele tipo de entra em sua vida pra mudar tudo. Ela brilha por si só. Há alguns meses uma pessoa “indescritível” perdeu o amor dela. E ela, apesar de não parecer, é muito mais do que aparenta.

Vamos ao meu costumeiro moral da história: NUNCA, NUNCA mesmo julgue uma pessoa pela sua aparência. De onde menos você espera vem algo inominável, de Deus. Ele a perdeu, mas um dia ele vai ter noção de quem deixou para trás. E mais, vai se arrepender amargamente por ter deixado escorrer por entre os seus dedos alguém deveras demasiadamente incrível. E tenho dito. Anotem aí.


Por Karoliny Dias

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