sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Namoro com benefícios


Uma amiga (essa é amiga mesmo e não aquelas que a gente usa como exemplo pra fazer de conta que não é a gente) tem um relacionamento(?) estranho. Um desses casos que devem ser estudados pela psicologia sabe?! Há alguns meses ela está com um rapaz. Vai a casa dele, conhece mãe, pai, gato, papagaio, periquito e o que mais vier. E o mais importante: o filho do bendito. E olhe que ela até já comprou o presente do Dia das Crianças do menino.

E lá se vão as viagens, as farras, os shows das bandas favoritas. E o tempo vai passando. Nada de um relacionamento mais sério, um namoro. Ao ouvir a dita-cuja falando do digníssimo, juro, pensei que era namorado. Quando ela me disse que eles apenas mantinham um relacionamento casual quase cai dura. Fiquei boquiaberta. “Amiga, mas você conhece toda a família, convive com ela, todos sabem que vocês estão juntos e não namoram?”, questionei. “Sim”, disse ela.

Aí pensei, mas logo ela que me parecer ser uma mulher “tão tão tão”! Essa é guerreira. Eu já tinha matado ele ou mandado pro espaço. Depois pensei “um dia ela cansa”. E não é que a danada cansou mesmo? Adoro-a por que ela sabe levar tudo com muito bom humor. Consegue ainda tirar onda com a cara dele falando do “antigo relacionamento” e ainda faz ciúmes. E ele cai em tudo! Ela é ótima!

Moral da história: meninas, nunca se permitam viver um relacionamento como esse. Se vocês querem apenas um relacionamento casual, não envolvam família. Aí sim você terá certeza que vocês ficarão apenas naquela ficada e quando dá vontade. Envolveu família e intimidade demais as coisas ficam mais difíceis. É nesse lado que temos que aprender a ser como os homens e separar sexo de sentimento. E garanto: é o melhor.


 Por Karoliny Dias

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