sexta-feira, 7 de outubro de 2011

"Como perder uma mulher apaixonada em cinco dias"

Perdeu Pai!




Há dois meses conheci um homem que parecia tanto comigo e ao mesmo tempo tão diferente. É estranho né, bem paradoxal. Sabe aqueles itens do “cara ideal”? Pois é, ele tinha todos, inclusive a fé em Deus. Cheguei até fazer planos, alimentei amor por telefone e fui de um lado ao outro do país ao seu encontro (eu era meio menina, né? Confesso rsrs). Fiz o que jamais pensaria em minha vida fazer por alguém. 


O fato que o meu romance de contos de fadas - o meu e desse tal príncipe encantado, durou menos de cinco dias. Isso responde alguma coisa? Isso responde a pergunta que dá título a esse post? Ninguém se relaciona com características. Nós nos relacionamos com pessoas inteiras. E pessoas inteiras possuem defeitos e qualidades como absolutamente todo mundo tem... Parece tão óbvio (mas levei um tempo pra aprender).


E as pessoas me perguntam "o que esse homem maravilhoso que você espera deve ter?" Eu apenas faço cara de paisagem. Não existe essa de homem maravilhoso e perfeito... não fora da ficção. Não em nossa realidade, que a cada dia que passa vejo que fica mais cruel. Nenhuma listinha com atributos e características mágicas para o seu "cara ideal" pode garantir felicidade suprema. O amor é fundamentalmente uma escolha, uma vontade, uma decisão, um desejo de construir algo mais intenso com alguém.


E sobre o cara dos cinco dias, ele continua tentando encontrar felicidade em outros risos. Espero que ele encontre. Mas enquanto ele mesmo não decidir ser feliz, jamais será. Ele ainda tem que aprender que a felicidade temos que buscar dentro de nós mesmos. Essa lição eu já aprendi. Por isso sou feliz e tenho essa alegria de viver que todos, inclusive e principalmente minha amiga Karoliny tanto fala.


Karoliny se metendo no post de Kaline.


Para pessoas desprovidas de inteligência o suficiente para perceber o que está diante dos seus olhos eu digo: SÓ LAMENTO. E como diz um ex-namorado meu “quem morrer, sabe!” ;D







Por Paula Kaline



Nenhum comentário:

Postar um comentário